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9 de set de 2010

COM UM FIO DE CABELO PODE SE MEDIR O ESTRESSE

Análise dos fios relaciona estresse crônico aos ataques do coração

Uma nova pesquisa publicada na revista Stress, realizada por pesquisadores da University of Western Ontario, no Canadá, revelou por meio de marcadores biológicos que o estresse crônico está realmente ligado a ataques do coração. Fatores estressantes, como o trabalho, atritos no casamento e problemas financeiros, têm sido ligados a um risco crescente de desenvolver doenças cardiovasculares. No entanto, ainda não existiam marcadores biológicos capazes de mensurar o nível de estresse considerado crônico.

Os cientistas desenvolveram um método para mensurar os níveis de cortisol, considerado o hormônio do estresse, encontrados nos fios de cabelos para fornecer informações precisas a respeito dos níveis de estresse nos meses que antecederam ataques do coração. A secreção de cortisol aumenta consideravelmente durante períodos de estresse. Tradicionalmente essa medição era feita através de soro, urina e saliva, mas isso mostra apenas os níveis de estresse durante o momento da verificação, mas não em longos períodos de tempo.

O cortisol também pode ser capturado na extensão de um fio de cabelo. Os cabelos crescem um centímetro por mês, então se pegarmos uma amostra com seis centímetros de comprimento, poderemos determinar os níveis de estresse dos últimos seis meses, através da medição do cortisol presente no cabelo.

No estudo, amostras de cabelo com três centímetros de comprimento foram colhidas de 56 adultos do sexo masculino que deram entrada no hospital Meir Medical Centre in Kfar-Saba, em Israel devido a ataques do coração. Outro grupo controlado, também de 56 pacientes que foram hospitalizados por razões diversas, também teve amostras de cabelo colhidas. Os maiores níveis de cortisol correspondentes aos três meses anteriores foram encontrados nos pacientes que tiveram ataques de coração.

Depois da contagem dos fatores de risco já conhecidos, o cortisol contido no cabelo se destacou como o mais forte indicador para o ataque do coração. A prevalência de diabetes, hipertensão, tabagismo e histórico de doenças coronárias na família não determinaram diferenças significantes entre os dois grupos, entretanto o grupo que teve ataques do coração demonstrou maiores níveis de problemas relacionados ao colesterol.

Estresse também causa diabetes

Outro estudo publicado na revista científica Diabetic Medicine revelou que homens que sofrem de estresse tem duas vezes mais chances de desenvolver Diabetes tipo 2. Para os pesquisadores a conexão entre as duas doenças pode ser resultado dos efeitos do estresse na capacidade do cérebro em regular os hormônios, ou mesmo devido a influência negativa que a depressão tem sobre a dieta e também no nível de atividade física praticado por cada pessoa.

O estudo foi realizado com um grupo de 2.127 homens que foi avaliado ao longo de dez anos. A princípio, exames demonstraram que os níveis de glicose foram normais entre os participantes. Além disso, outros testes também avaliaram sintoma do estresse, como fadiga, ansiedade, depressão, insônia e apatia. Ao final do estudo, depois de dez anos, os testes foram novamente realizados a fim de verificar as mesmas taxas. Depois deste período, 103 homens foram diagnosticados com Diabetes tipo 2, comprovando que aqueles que sofriam com mais estresse apresentaram risco 2,2 vezes maior de manifestar a doença do que os outros que apresentaram um nível de estresse considerado baixo.

A maneira como homens e mulheres lidam com o estresse também foi aparente nos estudos, pois outro grupo estudado incluindo mais de três mil mulheres não apresentou a mesma relação entre estresse e a Diabetes. Os pesquisadores acreditam que isto de deve a fato de homens e mulheres encararem situações de estresse de maneira muito diferente.

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http://yahoo.minhavida.com.br/conteudo/11877-Nivel-de-estresse-pode-ser-medido-em-fio-de-cabelo.htm

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